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Repórter italiano testemunha Hamas matando criança e depois culpando Israel


Crianças de Gaza são feridas e mortas quando terroristas tentam fazer o mesmo com as crianças de Israel.



Rachel Levy



Família em Gaza chora a morte de dois de seus membros na explosão de um míssil do Hamas, escondido no hospital Al-Shifa, que falhou no lançamento, no dia 28 de julho de 2014. Dez crianças morreram e 30 pessoas ficaram feridas no incidente, o qual o Hamas tentou colocar a culpa em Israel. Crédito da foto: Emad Nassar Flash / 90

Longe dos olhos das câmeras, crianças em Gaza ficam feridas e às vezes até morrem, cada vez que terroristas do Hamas falham no lançamento de um míssil cujo objetivo é matar outras crianças em Israel.

Mas, os seus operativos rapidamente se dirigem para a cena e limpam os fragmentos do míssil que falhou, antes das câmeras internacionais serem autorizadas a tirar fotos da carnificina.

Repórteres são advertidos e, por vezes tratados com violência. Fotógrafos também o são. Eles sabem como funciona; eles já passaram por isso antes e eles conhecem as regras na região.

Na Síria, dezenas deles morreram.

O jornalista Italiano Gabriele Barbati, no entanto, engoliu seu medo e esperou a oportunidade para dizer a verdade. Quando saiu de Gaza, ele levou consigo a sua ética e postou a verdade em um tweet no site de rede social Twitter.


gabrielebarbati
Fora de # Gaza longe da # retaliação do Hamas: falha no lançamento de foguete matou crianças ontem em Shati. Testemunha: militantes se apressaram e limparam os escombros






Ele se referia a um suposto ataque ao "campo de refugiados" Al-Shati e ao hospital Al-Shifa, em Gaza, ambos atribuídos a Israel. Um falha no lançamento de um foguete de longo alcance Fajr-iraniano fez com que ele explodisse no seu lançamento a partir do hospital Al-Shifa, matando e ferindo vários civis logo depois das 5:00 no dia 28 de julho, incluindo muitas crianças.

30 horas depois, 2.395 pessoas haviam re-tuitado seu post e 703 o tinham marcado como "favorito".

"Obrigado por dizer ao mundo a verdade - por favor, continue!", respondeu uma pessoa. Obg. Pela verdade. Uma repórter da NBC News afirmou que tinham filmagens de um ataque de drone israelense , escreveu outro.

Uma pessoa chamada "Ahmed", respondeu, "Ohhhh, assassinos de crianças... você está dando o melhor de si para fabricar histórias e criar evidências imaginárias!" Da mesma forma, um outro perguntou "quanto a idf (assim) pagou a você para "noticiar" isso?

Outro, intitulado como 'Túnel Terrorista' , escreveu de volta: 'isso soa incrivelmente tendencioso ... espero que você possa fornecer provas em vez de twittar para [o porta-voz da IDF] "

Alguém mais cauteloso escreveu advertindo: "Por favor, se cuide! O Hamas não está confinado em Gaza.  Obrigado por contar a verdade, você é uma pessoa muito corajosa.

Esse último foi bem colocado. O Hamas tem 'escritórios' ao redor do mundo, assim como a organização terrorista com base no Líbano do Hezbollah, que são usadas para a captação de recursos, bem como para vários outros fins. Assim como o Hezbollah tem ensinado ao Hamas novas formas de guerrear contra Israel, está evidente também que o Hamas também podem aprender com o grupo terrorista xiita como realizar ataques no exterior.






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  1. Por Joseph E. Katz. Tradução e adaptação por Matheus Zandona

    Os árabes controlam 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa 0,1% da região. Mas isso já é muito para os árabes. Eles querem tudo! Esta é a razão dos conflitos existentes hoje em Israel. Não importa quantas concessões territoriais o governo de Israel fará; nunca será o suficiente.
    A SITUAÇÃO ATUAL. Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?

    À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída. Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%. “Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.
    Continua....

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  2. ...Continuação
    Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU. Agora, após o início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005. Mas onde estão os relatórios sobre os danos psicológicos, econômicos e sociais de Israel frutos de anos de barbárie palestina? É lícito tentar manter seguro suas fronteiras? É lícito proteger o seu povo de organizações que abertamente desejam a sua aniquilação?

    Muro de Segurança em Israel – Responsável direto pela redução em 99,5% dos ataques suicidas em Israel
    Os EUA há décadas têm construído uma barreira de segurança na fronteira com o México. Até 2008, 580Km já haviam sido construídos. A proposta, já aprovada pelo congresso americano em 2005, é cobrir todos os 3.141km da fronteira com a construção de um muro de concreto armado, cercas elétricas, e policiamento constante. Vejam que os EUA tomaram esta medida emergencial para conter a imigração ilegal de mexicanos e o tráfego de drogas. Os mexicanos não entram nos EUA com o intuito de matarem civis americanos, mas, em sua maioria, com o intuito de trabalharem e ajudarem suas famílias pobres no México. Imaginem se os mesmos estivessem invadindo os EUA para promoverem atentados terroristas? O que fariam os EUA nesta situação? Pois bem, ninguém se atreve a falar contra o muro de separação dos EUA e jamais vemos documentários ou reportagens sobre como os mexicanos se sentem rejeitados e psicologicamente afetados com o “apartheid” americano. Mas Israel, que desesperadamente tenta proteger sua população contra atentados terroristas e que conseguiu provar ao mundo que 99,5% destes atentados foram reduzidos em conseqüência de sua barreira de segurança, é acusado de racista e de estar reconstruindo o “muro de Berlin”.

    Desde o término da I Grande Guerra, os árabes do Oriente Médio e do norte da África receberam estados independentes em 99,5% dos territórios por eles requisitados. Lord Balfour (estadista inglês que expressou o apoio britânico à criação de um estado judaico na Palestina) certa vez expressou sua esperança que, uma vez que os árabes receberam tanto, não se incomodariam com o pequeno território prometido aos judeus. Infelizmente, Lord Balfour estava errado.
    Por Joseph E. Katz. Tradução e adaptação por Matheus Zandona

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  3. Diferente do grupo palestino rival Fatah, que controla a Cisjordânia e concorda com uma solução para o conflito que envolva a criação de dois Estados - Israel e Palestina -, o Hamas defende a criação de um único Estado palestino que ocuparia a área onde hoje estão Israel, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia.
    Por essa razão, e por sua longa história de ataques e sua recusa em renunciar à violência, o Hamas é designado como uma organização terrorista por Israel, Estados Unidos, União Europeia, Canadá e Japão. Para os países ocidentais, o Hamas está comprometido com a destruição de Israel.
    Mas, para seus apoiadores, o Hamas é visto como um movimento de resistência legítima.
    http://ultimosegundo.ig.com.br/

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