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RESOLUÇÃO DO SUPREMO CONCÍLIO DA IGREJA PRESBITERIANA DEFINE: Igreja Verbo da Vida é seita




Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil delibera que a "igreja"Verbo da Vida é seita e que egressos desta denominação só devem ser recebidos por batismo e profissão de fé

emite opinião sobre denominações de teologia duvidosa. Em 2010 ela também se pronunciou em relação as igrejas IURD e Mundial, considerando-as seitas. Agora, novamente depõe em relação a denominação Verbo da Vida, a qual tem estreita ligação com Kenneth Hagim, representante do movimento Palavra de fé, onde a confissão positiva, teologia da prosperidade e outras heresias foram veiculadas dentro do cenário eclesiástico brasileiro. Veja na íntegra o conteúdo.

Posicionamento oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil quanto a Igreja Verbo da Vida.Considerando:

1) Que a Igreja Verbo da Vida é ligada ao Kenneth Hagim Ministries;

2) Que a Igreja é defensora e praticante do “evangelho da saúde e da prosperidade” também conhecido como “Teologia da Prosperidade”, “Confissão Positiva”, “Palavra da fé” e “Movimento da Fé”;

3) Que a igreja verbo da vida foi implantada no Brasil pelo “apóstolo” Bud Wright, e em seu blog existem afirmações que apontam as convicções e ensino da referida igreja;

4) Que a Igreja em seus encontros apresenta práticas muitos similares das que são praticadas na IURD – Igreja Universal do Reino de Deus – fato facilmente constatado nos vídeos espalhados na internet;
O SC/IPB 2014 RESOLVE:

1. Reconhecer que a Igreja Verbo da vida apresenta uma orientação teológica neo-pentecostal e com muitos elementos característicos de seita;

2. Determinar aos concílios inferiores que se abstenham de relações intereclesiásticas com a Igreja Verbo da Vida e só recebam por batismo e profissão de fé;

3. Responder ao concílio consulente que a Igreja verbo da vida não pode ser tratada como igreja co-irmã.



De Antognoni Misael, do Arte de Chocar


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  1. Quem constituiu a Igreja Presbiteriana como juíza das igrejas?

    Heresia é achar que tem autoridade para rotular igrejas alheias.

    Não sou da Igreja Verbo da Vida, mas já que é para rotular, quero dizer que a Presbiteriana está muito parecida com o concílio dos fariseu, eles que gostavam de sar títulos ridicularizando os demais grupos religiosos que não pertenciam ao seu grupinho fechado de religiosos.

    A opinião da presbiteriana para o Brasil é tão válida como uma nota de cruzeiro no tempo do real.

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  2. E se alguém insistir naquela ladainha de que a presbiteriana é uma igreja tradicional e de décadas de existência, então eu diria que devemos procurar a igreja católica para dar sua opinião também sobre o assunto, não?

    Somos agradecidos à presbiteriana por ter lutado muito pelo Evangelho no tempo em que isso era praticamente proibido no Brasil.

    Mas se coloquem em seus devidos lugares.

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  3. Pr. Leandro Santos, já que não são seitas os que tais coisas praticam são o que? o senhor então concorda com essas práticas? Como devemos então considerar as diversas mensagens onde os apóstolos nos falam para notar os que não vivem de acordo com a Palavra. Se a igreja não se opor aos que tais coisas praticam quem irá se opor?

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    1. Eí Jorge, o que talvez “pegou mau” é que a presbiteriana quis dar uma de xerife, sabendo que não precisa ficar dizendo quem é quem em uma lista exclusiva, entende?! Se for “pegar pesado”, a lista é enorme, inclusive de igrejas pentecostais... Se não for assim fica uma coisa pior que “mea boca”. As características deste grupo ditas acima fazem parte de uma quantidade é enorme de outros grupos. Muitas igrejas históricas têm falado nos púlpitos sobre estas. Penso que um manifesto oficial contínuo do supremo concílio conscientizando sobre este assunto bastava sem dizer nomes de grupos exclusivos, mas citando as tais características descritas, até porque muitos são desconhecidos deles e da massa. É o que percebo. O tratamento seria recomendar que pessoas advindas de tais grupos com tais características fossem reorientados através de conselheiros, classe de iniciantes, muito discipulado e EBD’s, num trabalho sincronizado como se fosse uma espécie de desintoxicação das heresias assimiladas.
      Estas igrejas alienígenas que tem como vanguarda o grupo da Universal, surgiram na década de 70 e 80, e na década seguinte muitas outras vieram a reboque, e cresceram muito de modo permissivo a sombra das históricas, onde poderiam ter sido mais enfaticamente denunciadas à época. Muitas igrejas tradicionais históricas no início do surgimento de tais grupos se omitiram, ficaram acovardadas (alguns líderes dessas foram até cooptados ou tentados para essas outras) e muitas até deram um "cala boca" ou repreenderam aqueles que queriam denunciar tais grupos. Agora a presbiteriana, mesmo sendo aparentemente tendo uma iniciativa "bem vista", coloca mais uma na lista, porque desde 2010 denunciou outras com procedimentos similares. Repito, o que eu observo é que não só são estes, mas é um universo bem maior chegando até nas raias das Assembleias de Deus... Eles vão mexer também neste vespeiro???!!! Vão colocá-los na lista???!!!
      De outro modo a presbiteriana e as outras históricas também precisam rever seus conceitos de atuação como Igreja, porque também deixam muito a desejar como pró-atividade no Evangelho e como ação contributiva e progressista de certos temas na sociedade. A cúpula atual da presbiteriana é ainda omissa para muitas coisas e muito conservadora. Em suma, outros legados negativos estão crescendo e eles não estão nem aí... e aí de quem for falar de mudanças para rever certos assuntos é tido como rebelde ou de outra forma um herege... é colocar outros lixos para debaixo do tapete.
      Os grupos históricos no geral viraram uma espécie de confraria moral familiar sem consciência da vida como um todo e um clube social fechado e cheio de vaidades, com emperramentos e burocracias existenciais e com visão limitada e arcaica, e por isso, cada vez mais estão se distanciando do significado e da identidade do Cristo e no Evangelho deste. Só a misericórdia e a graça.

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  4. Anonymus Companhia Limitada,
    a Igreja Presbiteriana considera muitas igrejas evangélicas como igrejas fratenas e leva em consideração as verdades Essenciais do Evangelho para
    avaliar sua associação com essas igrejas.
    Essas, mesmo com a existência de diferenças doutrinárias, a igreja presbiteriana reconhece como participantes da igreja invisível do Senhor Jesus e quando
    membros que decidem por algum motivo se tornar membro das igrejas presbiterianas não é necessário um novo batismo.

    Neste sentido, a igreja procura orientar aos seus pastores e líderes que estudou profundamente as práticas dessas igrejas e a comissão responsável
    apurou pontos que não condiz com as verdades do Evangelho nessas igrejas.
    Com isso auxilia os seus pastores a dar a devida atenção a pessoas
    que vem dessas igrejas e fazer exatamente o que você colocou, de forma muito apropriada quando diz:

    "O tratamento seria recomendar que pessoas advindas de tais grupos com tais características fossem reorientados através de conselheiros, classe de iniciantes,
    muito discipulado e EBD’s, num trabalho sincronizado como se fosse uma espécie de desintoxicação das heresias assimiladas".

    Isso não faz dela um xerife pelo seguinte: A igreja Presbiteriana não é exclusivista e nem quer impor sua doutrina ou decisões conciliares em verdades
    para as outras igrejas. Apenas preza pela unidade e zela pela saúde das igrejas ligadas por este concílio.

    A Igreja Presbiteriana também tem seus problemas internos e muitos pontos que realmente precisam ser melhorados, como qualquer denominação cristã,
    e creio que o mesmo acontecerá com auxílio da Graça de Deus.

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    1. Mano Jorge Flores, eu sou um presbiteriano “bastardo”. Quero dizer que vim de outro grupo histórico originalmente, mesmo assim sei mais ou menos como a coisa funciona, dependendo também da filosofia da maneira como uma comunidade local lida com isso cada uma tem suas particularidades, todavia, o que quis dizer com o "xerife" é que ela limita mesmo o círculo por conveniência para não entrar em atrito, por causa de certas convenções já mencionadas por você. Sei que a "bléia" mais tradicional se dá outro tipo de tratamento, mas as divisões advindas desta se você pesquisar a coisa tá braba... vou mais longe, até a própria ‘bléia’ tradicional não é tão mais tradicional assim se você verificar nas entranhas há um analfabestismo funcional na maior parte da membrazia em relação as Escrituras latente (em menor grau isto está também se espalhando para as históricas protestantes por vários fatores)... O que se tem feito em minha comunidade é uma classe de iniciantes para interessados em vir fazer parte da comunidade sejam os que querem fazer profissão de fé, os vindos de grupos similares ou os que só querem participar sem se batizar para saber onde estão entrando e tirar dúvidas e se desintoxicar de varias situações não só de heresias de igrejas alienígenas. Sejamos francos, esta situação que vemos hoje dos grupos alienígenas vem aumentando assustadoramente e a tendência é piorar, porque no fundo no fundo se você começar a estudar a origem disso a culpa são das próprias históricas que não souberam entender o que Deus fala de tempos em tempos, e nós ignoramos tais mensagens, por causa de nossas vaidades de ideologias teológicas particulares e o culto a estas, desprezando e descartando a realidade a nossa volta, o que foi campo fértil para estas outras aparecerem, e hoje crescem como mato. Por isso, a necessidade de encarar isso de frente doa a quem doer, porque a caminhada é visceral e muito árdua. Pessoalmente, dependendo da situação e da oportunidade não tenho vergonha ou papas na língua de citar tais grupos e dizer a realidade que está além deste círculo que a IPB apresenta porque é uma questão de esclarecer a luz do Evangelho (é urgente), porque há muita confusão, desconfiança, enganos de muitos... E pior é que há uma nuvem que acoberta e se cumplicia com o mau testemunho e as falácias espúrias de lideranças inescrupulosas seguidas por “evangelho” distorcidamente torpe, e tem gente que pensa que dizer mau destas pessoas é pecar e falar mau do “ungido” e se tem que olhar para Jesus nestes contextos... É brincadeira e piada de baixo nível e mau gosto! É cair da frigideira para o fogo... só a misericórdia e a graça... Não se vê e nem se enxerga Jesus nessa circunstancia... confesso que se não fosse crente eu sairia correndo ou queria me ver longe da maior parte dos grupos... porque muitas igrejas não tem saúde e equilíbrio espiritual para sê-lo (inclusive algumas históricas), estão criando loucos por religião, mas cristãos com metanóia em Cristo não.

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