681818171876702
Loading...

Sobre hábitos e monges: Desafazendo tabus sobre vestes litúrgicas.

Pr. Francisco Belvedere Neto

É verdade que o hábito não faz o monge. Pessoas de Deus não são reconhecidas pela sua aparência exterior, mas pelos frutos de sua vida. Mas... Quando iniciei meu ministério pastoral, sendo nomeado pastor acadêmico no ultimo ano de Teologia, lembro-me que uma irmã na igreja onde eu servia, veio me dizer que eu não deveria mais usar camisa clerical, pois aquilo era “roupa de padre” e ela não queria que visitantes viessem à igreja e pensassem que tinha um “padre” no altar. Meus esforços para explicar àquela irmã que a camisa clerical era uma veste de origem protestante e que fazia parte da nossa tradição denominacional, mesmo não sendo de uso obrigatório foi em vão! O preconceito falava mais alto. O curioso, é que na mesma igreja, tinha um irmão que de vez em quando ia ministrar louvor fazendo uso de um kipá! E ninguém, absolutamente ninguém achava ruim. Eu era olhado torto por fazer uso de uma veste identificada com a tradição cristã, e aquele irmão amado que fazia uso de algo identificado com a religião judaica não sofria qualquer censura.

 "padre" Charlito, além de "padre", é co-editor do Genizah.
Há no meio evangélico brasileiro um preconceito fortíssimo contra tudo que possa lembrar a igreja católica romana, em especial, na questão das vestes e outros símbolos litúrgicos. O mesmo não ocorre com vestes, símbolos e objetos ligados ao judaísmo. Isso é fruto da idolatria a Israel que tem sido estimulada nos arraiais gospel tupiniquins. Já ouvi gente dizer que em Israel se sente a presença de Deus de uma forma diferenciada do que ocorre em outros lugares. É muita incoerência e falta de senso critico dos crentes brasileiros.

Nem mesmo no Genizah se está livre desta tolice. A minha motivação para escrever este artigo foi, justamente, em função de um post publicado neste site, com um vídeo onde se via o Rev. Carlos Moreira, pregando na Igreja Episcopal Carismática. Nos comentários, algumas pessoas demostraram nítido preconceito e agressividade ao verem as vestes do ministro, que logo julgaram ser um “padre”. Vamos então a alguns fatos desconhecidos de grande parte dos evangélicos brasileiros.

Um pouco de história

Segunda Igreja Presbiteriana de Chicago
Muita gente pensa que ser protestante significa ser anti-católico. Ou seja, “tudo que o católico faz, eu tenho que fazer diferente!” Mas acontece, que a reforma protestante tinha como alvo a doutrina e não a liturgia da igreja, exceto naquilo que fosse considerado anti-bíblico. Quando Andreas Karlstadt, na ausência de Lutero incentivou a destruição de imagens em Wittenberg, Lutero censurou essa atitude a qual considerou vandalismo contra obras de arte. Ou seja, mesmo Lutero teologicamente destruindo o alicerce do culto às imagens e relíquias, ele não deixou de reconhecer que algo de valor poderia se encontrado ali. Eram obras de arte e embelezavam os templos. Até hoje muitas igreja protestantes na Europa e EUA possuem imagens, vitrais ou ícones retratando pessoas ou passagens bíblicas, mas apenas com função estética.


No século XVII, calvinistas ingleses desejavam purificar a Igreja da Inglaterra de todo resquício de catolicismo romano, assim como, de toda e qualquer prática litúrgica que não fosse claramente ensinada ou ordenada nas Escrituras. Práticas como, por exemplo, o sinal da cruz no batismo e o ajoelhar-se para receber a Ceia do Senhor. Esses calvinistas ficaram conhecidos como puritanos. Um fato marcante desse período, foi a chamada controvérsia das vestimentas. Os puritanos rejeitaram que os ministros fizessem uso de paramentos elaborados, em vez disso deveriam trajar a toga preta, que era a veste dos docentes e magistrados. Assim o pastor em vez de ser identificado com a figura do sacerdote, estaria identificado com a figura de um docente, por este ser o responsável pelo ensino das Escrituras na igreja.

Puritanos
Nos primeiros séculos do protestantismo, com exceção dos partidários da reforma radical ou dos puritanos, nunca houve um movimento para abolir tradições que não fossem consideradas explicitamente anti-bíblicas, mesmo que fossem extra-bíblicas. Com o passar dos anos, em algumas regiões e mais especificamente algumas denominações, permaneceram muitas práticas que se assemelham ou são idênticas às praticas católico-romanas.

Em meados do século XVIII os primeiros missionários protestantes começaram a chegar ao Brasil. Porém pelo fato do Catolicismo Romano ser a religião oficial do império, inúmeras restrições foram impostas aos protestantes. As igrejas, por exemplo, não poderiam ter forma de templo. Esse ambiente hostil aos protestantes, fez nascer um protestantismo fortemente anti-católico e avesso a qualquer tradição ou prática que lembre o catolicismo romano.

Vestes clericais: O que são e quais são?

Não vou enumerar todas as vestes litúrgicas da tradição cristã, mas apenas as mais utilizadas no meio evangélico, inclusive no Brasil. As vestes litúrgicas, mais do que cumprir uma função estética no culto, tem a função de destacar a função exercida pelo ministro. Simbolicamente quando o pastor está trajando tais vestes, o homem desaparece e a sua função é ressaltada.

Colarinho Clerical

Simboliza o ministério da Palavra, já que a garganta é o local de onde provém a voz, instrumento de proclamação da Palavra de Deus. O modelo mais conhecido é uma tira branca removível, que se encaixa na parte frontal do colarinho de uma camisa ou colete. Existem ainda outros modelos, como por exemplo, o colarinho inteiriço que dá a volta no pescoço dando a impressão de uma coleira branca sobre uma camisa preta ou de outra cor. Esse modelo atribui-se também o significado do ministro como escravo de Cristo, pois o escravo comumente utilizava uma cadeia no pescoço.

O que para muita gente é marca registrada dos sacerdotes católico-romanos, na verdade foi uma criação protestante. O Rev. Donald McLeod, ministro da Igreja da Escócia (presbiteriana) criou no século XIX a camisa clerical (que primeiramente era um colete) para ser mais prático que a sotaina (batina) no uso do dia a dia do ministro. A Igreja Católica só passou a adotar esse traje no Concílio Vaticano II. 

Toga modelo calvinista
No Brasil, as denominações que mais fazem uso desse traje são as Igrejas: Anglicana, Luterana, Metodista, Presbiteriana, Quadrangular, Projeto Vida Nova, Cristã Nova Vida, e em menor grau alguns pastores batistas, nazarenos, congregacionais e raramente alguns pastores da Assembleia de Deus. Já vi até mesmo pastores da Igreja Adventista do Sétimo dia usando colarinho clerical. 

Nos EUA e Europa o uso é muito mais amplo. O traje clergyman, como é conhecido o conjunto terno e camisa clerical, não é propriamente uma veste com função litúrgica, mas uma espécie de “uniforme de trabalho”, já que foi idealizado para o uso no dia a dia do pastor facilitando sua identificação no meio do povo.

Toga (Talar)

Originalmente uma veste acadêmica que foi introduzida no protestantismo pelos calvinistas identificando a função do pastor com a função de um professor das Escrituras e sinalizando seu preparo teológico para tal. Originalmente as togas eram sempre pretas. Hoje, já encontramos togas brancas, azuis, cinzas, etc. A toga perdeu bastante seu simbolismo e ganhou uma conotação mais estética e litúrgica. Nos EUA os mais afeitos ao uso da toga são as igrejas de comunidades afro-americanas. Mas, é largamente utilizada por diversas denominações históricas e pentecostais. No Brasil algumas igrejas presbiterianas e boa parte das luteranas fazem uso frequente. Em outras denominações históricas, os pastores preferem reservar seu uso para solenidades como casamentos, formaturas, ordenações, etc. 

Alba ou Alva

Alba (ou alva)

A alba é uma túnica branca. Esta é a veste litúrgica mais comum da tradição cristã. É na verdade a roupa de todos os batizados. Pois tradicionalmente os cristãos quando eram batizados trajavam túnicas brancas. Qualquer cristão que esteja atuando na liturgia pode utiliza-la. É comum o uso de um cordão amarrado na cintura chamado cíngulo. A alba é mais utilizada por anglicanos e luteranos. Católicos também a usam, naturalmente.

Estola

A estola uma faixa colocada sobre os ombros simbolizando a ordenação. Sua origem remonta ao império romano. Os governadores romanos a utilizavam como símbolo de seu serviço prestado à sociedade. A estola simboliza o ministério ordenado, simboliza que o pastor está a serviço de Cristo e de sua igreja e que sua autoridade vem de Cristo. As cores variam de acordo com ocasião e o tempo litúrgico. No Brasil de vez em quando vemos alguns pastores de igrejas históricas e até mesmo uns poucos pentecostais fazendo uso da estola, geralmente em eventos especiais, mas não é tão comum.

Estola. Cores diferenciam odenação.

Conclusão

Provavelmente muitos dos que estão lendo esse artigo estão questionando onde está o embasamento bíblico para o uso de vestes litúrgicas por parte dos ministros cristãos. Bem, o Antigo Testamento prescrevia o uso de vestes sagradas para os sacerdotes (Ex.28.4). Até mesmo Davi não sendo sacerdote usou uma “estola sacerdotal” (a estola dos levitas era diferente da estola romana a qual o cristianismo adotou como vestimenta litúrgica) e dançou perante o Senhor (2. Sm.6.14).

Alguns argumentarão que isso se tratava do Antigo Testamento e que não encontramos no Novo Testamento qualquer ordenança quanto isso. E de fato, não encontramos mesmo. Isso é apenas uma questão de opção de cada igreja e de cada pastor. Da mesma forma que não temos uma ordem nas Escrituras para fazer uso desse tipo de vestimentas, não temos uma proibição. Meu objetivo com esse artigo não é fazer uma apologia ao uso de paramentos, mas fornecer um pouco mais de informação aos evangélicos brasileiros que em sua grande maioria desconhece algumas de nossas tradições.






Teologia 1213460125169762936

Postar um comentário

  1. Tenho que dizer. Pastor Charlito é uma benção.
    Sua pregaçõa "apenas um toque" aqui no Genizah foi muito edificante pra mim.

    Que o Senhor o abençoe e sempre dê a paz.

    ResponderExcluir
  2. Gosto muito do GENIZAH e da forma como confronta as presepadas do mundo gospel-evangélico. Entretanto, às vezes, parece q vcs são partidários das denominações históricas (o q compromete a imparcialidade).

    Esse negócio do ministro usar "roupinha diferenciada" para se destacar no meio do povo ou demonstrar uma autoridade superior; para mim, parece papagaiada do G12 (que vcs tanto criticam). Na minha opinião o parâmetro utilizado deveria ser o mesmo.

    Mas o Genizah segue sendo indulgente com tais "firulas" pelo simples fato destas serem "presepadas antigas" arraigadas na tradição religiosa evangélica.

    Prova disso é que dificilmente vemos críticas ou confrontos relativos às práticas das denominações "tradicionais" (e vai dizer que não existem!?)

    Dois pesos e suas medidas??? Acho que seria algo a ser avaliado pela equipe do site, para que o trabalho de vcs siga efetivo e, livre de parcialidade.

    Que Deus os abençoe + e +

    Ramon Freitas (ramfreitas@hotmail.com)

    ResponderExcluir
  3. Preconceito em qualquer nível é ruim, creio que a causa seja realmente o desconhecimento da informação,pois pra mim tudo que li, foi novidade, reconheço nunca tive interesse em estudar o assunto em questão. Más como saber não ocupa lugar...
    Más tenho pra mim que ´como itens inúteis não devem ser usados, evitando confusão. Pois sendo o nosso pais "católico e só católico" por tantos anos no passado, é de se entender a causa da aversão.
    Embora o texto deixou bem claro,a origem bíblica das vestes e como o próprio texto já informa que o novo testamento é neutro na questão. Posso expressar minha opinião sem medo.
    Dani Lima
    http://berearepreciso.blogspot.com

    ResponderExcluir
  4. sou da Assembléia de Deus, acho que nunca nossa denominação vai adotar tais praticas, por causa do preconceito mesmo. No entanto, gosto particularmente do colarinho clerical, acho que o pastor deve sim usar vestes especificas.

    ResponderExcluir
  5. Parabéns pelo texto, Francisco. Seu nome não me é estranho e acho que já conversei com você em algumas ocasiões (normalmente pela internet, e uma vez na FATEO-UMESP). Lamento a ignorância e a falta de identidade protestante dos evangélicos brasileiros. Muitos nem sabem o que é um protestante e, naturalmente, não têm a menor ideia da origem e uso das vestimentas e símbolos litúrigos. Eu, apesar de criado numa igreja pentecostal, gosto muito de ver um pastor usando uma toga como a utilizada por alguns presbiterianos ou com a camisa clerical e acho que nunca deveríamos ter abanonado tal tradição. Infelizmente, os evangélicos brasileiros evitam tudo que lembre minimamente a ICAR e acabam desprezando essas tradições como se elas fossem anti-bíblicas. Até o símbolo da cruz acaba sendo "satanizado" por algumas igrejas. Uma pena ver que uma estrela de Davi é mais representativa pra esses evangélicos do que a Cruz. Até em algumas comunidades de igrejas históricas eu vejo tal comportamento. Não sei como tal assunto é abordado na formação dos pastores das igrejas históricas, mas gostaria muito de ver o uso das vestes litúrgicas crescendo, afinal, ao observar toda a tragetória da Igreja durante a História, me parece que uma toga tem mais "cara de pastor" do que um terno.

    ResponderExcluir
  6. Bastante esclarecedor!
    Graças a DEUS por sua iniciativa, Pr. Francisco!

    ResponderExcluir
  7. Acho essa uma tradição belíssima. Gostaria muito quem os pastores Batistas Históricos aqui do Brasil usassem essas vestes no culto. Mas pelo que eu saiba poucos usam no dia-a-dia, a maioria só usa pra celebrar casamento e batismos.

    ResponderExcluir
  8. A ignorância maior não é a pessoa desconhecer sobre algo, mas sim não querer conhecer, ou melhor, não querer "reconhecer" acho que seria o termo mais apropriado.

    ResponderExcluir
  9. Muito bom esclarecimento sobre um assunto que é tratado com tanto preconceito por parte dos evangélicos brasileiros( em sua maioria leigos em muitos assuntos de sua própria história).

    ResponderExcluir
  10. não vejo nada de mais em usar roupas especificas para a liturgia do culto... mas quanto a imagens de pessoas (santos do passado) na igreja isso sim.... nosso pais é baseado na cultura espirita/catolica, e qualquer que viesse para uma igreja evangelica por exemplo, continuaria adotando costumes antigos..... é o que penso...

    ResponderExcluir
  11. Informacao inutil!!!!

    Aloisio

    ResponderExcluir
  12. A maioria dos grupos “evangélicos” administra o batismo vestido de uma Alba branca, mas incoerentemente criticam os ministros que as usam em outras celebrações. Em igrejas históricas é comum ver quadros de pastores já falecidos pregados nas dependencias do templo, nas igrejas “modernas” colocam banners dos pregadores personalistas, mas se tiver um quadro representando Jesus, Maria, mãe do Nosso Senhor, ou dos apóstolos, é idolatria, vai entender... O termo já adquiriu um significado esotérico, é comum dizer q o paletó do pregador é ungido. Os costumes judaizantes são chamados de proféticos, um misticismo desenfreado.

    ResponderExcluir
  13. Olá Pastor, interessante essa explicação dada. Mas fiquei com uma dúvida. Por que você não vê problemas em usar essas vestes nos dias de hoje mas você critica as igrejas que fazem uso da simbologia do, também, Antigo Testamento? Como o Menorah, shofar, entre outros.

    Sou um leitor frequente do seu blog e gosto das coisas que você escreve.
    Abraços Pastor.
    Deus abençoe sua vida.

    ResponderExcluir
  14. Gostei de saber! Também pensava que era "roupa de padre", mas porque nunca tinha prestado atenção no fato de que essas roupas especiais para ministros fazem todo o sentindo, considerando que o próprio Deus instituiu um "uniforme" para os sacerdotes no passado. Claro que hoje o uso não é obrigatório, mas serve para identificação do pastor/padre

    ResponderExcluir
  15. É bom saber destas coisas para não os considerarmos idolatras, mas por via das dúvidas não defendo os usos destas roupas, destes costumes, já sairam de moda faz tempo, e não acho que era uma tradição da igreja primitiva.
    Foi uma bela defesa desta igreja para ela mesma, não para o reino, foi uma maneira de justificar esses costumes.
    Não está errado, mas que é esquisito é.

    ResponderExcluir
  16. Como é possível haver pessoas a criticar o autor do texto e não perceberem a diferença entre Judaísmo e Cristianismo.
    Quanto ao texto, excelente, 5 estrelas.

    ResponderExcluir
  17. Não é a roupa que vai fazer a diferença e sim o modo que a palavra é pregada.

    Meu pastor por exemplo, só usa paletó em dia de frio ou quando há um evento especial. Aqui no rio de janeiro por exemplo é um calor infernal, se não quiser ver o pastor "caindo no fogo do poder" (quer dizer, desmaiando de calor), não vai se importar em vê-lo com uma roupa social fresca.

    mas cada um se veste do jeito que quiser, sendo uniforme ou não, mas que preguem a palavra de como deve ser.

    ResponderExcluir
  18. Bem, eu sou o autor do texto e quero esclarecer algumas coisas.

    1.Não defendo a obrigatoriedade de vestes liturgicas. Isso é liberdade de cada ministro ou igreja.

    2. A veste clerival não é uma veste para diferenciar o ministro das outras pessoas, não no protestantismo. É para destacar a FUNÇÃO, assim como um médico que veste sua roupa branca para exercer sua função. E no caso do momento de culto, isso desempenha uma função estética. Porque ninguém acha errado o carla usar beca, mas acha errado o pastor usar uma toga?
    3. Eu não disse ser errado usar vesets judaicas, mas questionei a incoerencia de condenar o que lembra o catolicismo, mas não o que lembra o judaismo.
    4. A mesma liberdade que eu creio que existe para usar uma veste litúrgica, existe para não usar. Isso não é motivo para briga, meu texto é so a critério informativo.

    Paz à todos.

    ResponderExcluir
  19. Muito, Mas muito esclarecedor mesmo ... O Pr Carlos Moreira citado como exemplo é uma cara muito usado por Deus ... indiferente da sua vestimenta ao pregar ...

    Josué Machado Martins
    Ipatinga Mg.

    ResponderExcluir
  20. O PADRE PADRE PADRE CHALITO É CO-EDITOR DO GENIZAH ?

    ResponderExcluir
  21. Acho tudo isso uma grande bobagem!!!! Quer usar use... num quer usar num use. Acho que as vestes do lider do grupo religioso deve ser simplesmente de acordo com sua cultura. Assim como numa tribo indigena o CACIQUE (ou PAGÈ), sei lá, usa vestes semi-nuas, pois assim é a sua cultura!!!!

    ResponderExcluir
  22. Olá pr. Francisco.

    Muito esclarecedor seu texto. Uma vez assisti a um culto numa igreja histórica, onde o reverendo usava uma toga durante a ministração. Confesso que toda a liturgia, voltada para a glorificação a Deus, e a pregação, onde o pregador usava a toga foi bem diferente da liturgia na qual estava acostumada a assistir. Foi emocionante e interessante.

    Forte abraço.

    ResponderExcluir
  23. Olá!
    Muito interessante o texto, legal mesmo.
    Mas eu tenho uma dúvida e gostaria de que, se possível, alguém me esclarecesse.
    Em determinada parte do texto vocês citaram que sobre as imagens, Lutero as defendeu por seu valor como obra de arte.
    Realmente elas tem sua beleza, mas como ficamos quanto ao 2º mandamento (se não me engano) que fala " não farás para ti imagem de escultura..." ??
    Podemos ou não fazer/manter esses objetos do ponto de vista artístico??
    Por favor, me esclareçam.
    Muito obrigada!
    Um abraço,
    Mírian

    ResponderExcluir
  24. Quanto maior a veste , melhor para fazer pedofilia.

    ResponderExcluir
  25. Não é questão de ser anticatólico ou preconceituoso, mas de aplicar princípios bíblicos como Mateus 23 que condenam o uso de roupas especiais e títulos religiosos, entre outros erros.

    Emerson Luís.

    * * *

    ResponderExcluir
  26. Achei muito interessante a matéria, poderia ter mais matérias desse tipo por aqui, é de enriquecer nossa sabedoria. Deus abençoe ;)

    ResponderExcluir
  27. Olá!
    Há alguns anos atrás era o meu sonho usar camisa clerical. Afinal de contas um dia seria pastor e através daquela vestimenta as pessoas saberiam que ali estaria um homem de Deus.
    "Vaidade das vaidades. Tudo é vaidade". A grande questão não é se as tais indumentárias são ou não de tradição protestante. Isso pouco importa. Acredito que a função pastoral é destacada no exercício dessa função e não pelo fato de se usar ou não uma determinada roupa. Jesus não usava roupas diferenciadas de sua época. tanto que para se identificado dos demais que com ele estavam um código foi combinado com as autoridades por aquele que o traía: um beijo. Os apóstolos não usavam roupas diferenciadas. Eram homens comuns trajando roupas comuns no meio de pessoas comuns que trajavam as mesmas vestes comuns.
    Porque colocar essa distância entre o ministro e o povo? Não há como comparar que é uma questão da mesma natureza de um médico que coloca seu jaleco branco ou um policial que usa sua farda. Não estamos falando de profissão, mas, sim de ministério.
    E ministério é um questão de dom espiritual. E dom espiritual determina FUNÇÕES e não títulos, posições ou hierarquia. Na igreja todos são ministros.
    na minha igreja eu prego e ministro com as roupas comuns do meu povo: de vez em quando com roupa social, as vezes de jeans e camisa. E meu povo não se sente ofendido nem o visitante. Pelo contrário, percebo que eles se sente próximos de mim. Percebem que eu sou gente com eles e não um "ungidão" que necessita de roupas faraônicas para destacar a função que exerce.
    Eles sabem que um homem de Deus se defini pelo que prega e faz e não necessariamente por aquilo que veste.
    Abrçs a todos.

    ResponderExcluir
  28. Quanta besteira! Se preocupam tanto com vestes como se preocupavam os fariseus. Ocos e vazios. Sem conteúdo. Como alguem postou nestes comentarios,"quanto mais longo, melhor para a pedofilia".

    ResponderExcluir
  29. EMERSON VC ESTA ENGANADO! MATEUS 23, não condena as roupas liturgicas e sim como eram usadas pelos fariseu e não condena os títulos e sim o seu uso indevido. Tipo; " sabe com quem esta falando?"
    Na minha opinião os protestantes, sejam eles de que corrente denominacional forem, não tem uma identidade religiosa no que tange as vestes, confira:
    1- ao olhar para um RABINO eu o reconheço de imediato
    2- ao olhar para um CARDEAL CATÓLICO, idem.
    3- para um MONGE BUDISTA,igualmente.
    4- Um IMÃ ORIENTAL, DA MESMA FORMA
    5- Um PATRIARCA ORTODOXO, IDEM
    6- Um, como direi.., BABALAÔRIXA, NÃO TENHO A MENOR DUVIDA.
    AGORA, UM PASTOR,BISPO E SEUS DERIVADOS. A QUEM OS COMPARA-LO-EI.? Provavelmente, se for dia de semana ,principalmente em SÃO PAULO, a um executivo, advogado etc.
    SE FOR NUM DOMINGO COM SOL DE 40º Rio,.bom aí só pode ser pastor.
    E EU SOU UM DELES.
    MEU NOME É REV RICARDO RODRIGUES

    ResponderExcluir
  30. O artigo é muito esclarecedor. Infelizmente fui criado neste ódio à ICAR e hoje vejo que nós, protestantes temos muitos erros também. Precisamos pensar nossa conduta à luz das Escrituras, examinar TODAS as coisas e reter o que é bom.

    ResponderExcluir
  31. Qual o problema no texto? Achei bem esclarecedor sobre o assunto, não vejo problema se um ministro usar tais trajes, mas quantos comentários maldosos e difamatórios, julgando a intenção do coração de quem usa vestes diferenciadas para realizar uma função pastoral na igreja. Arrependam-se de seus pecados, julguem pelos frutos segundo a reta justiça(Escritura), pelos frutos se conhece a árvore, mas não segundo a aparencia pois só Deus vê o coração!

    ResponderExcluir
  32. É o seguinte Mané:
    Estamos no Brasil, país que tinha uma religião oficial até não muito tempo atrás e esta religião oficial era a Católica Romana. Portanto para nós, batinas remetem aos padres e não aos puritanos! Qual o problema? No catolicismo padre é sacerdote, portanto um mediador. Sou contra mediadores humanos na Nova Aliança.
    Não é questão de preconceito, é concento mesmo.
    Valeu.

    ResponderExcluir
  33. Ô Ricardim Rodrigues...
    Não entendi o que você falou. Vocês defende que um pastor deve ter um paramento, é? Para ser conhecido como os sacerdotes das outras religiões o são?
    Esqueça paramentos e experimente a bandeira do amor para nos identificar.
    O apóstolo Paulo dá a lista de roupas que devemos usar: ética, integridade, santidade e amor. Vista-se disso e se diferenciará.
    Valeu.

    ResponderExcluir
  34. Ótimo texto, que nos ensina a não condenar o que não se conhece (mania feia de crente).Acho importante o uso de vestes específicas, para que cada pastor veja refletida não só em seus estudos, em sua vida, mas também no espelho a responsabilidade que tem para com Cristo e a Palava de Deus e lembre sempre da autoridade divina que está sobre si como servo que é.

    ResponderExcluir
  35. POR FAVOR É A 2ªVEZ QUE ESCREVO,SERA QUE DA PARA ME INFORMAR SE O PADRE CHALITO É MESMO CO-EDITOR DO GENIZAH? SERA Q EU CRISTÃ CONVICTO VOU DEIXAR DE ACESSRA ESTE BLOG? PORQUE SE ELE FOR CO-EDITOR
    DA VIRANDO ZUEIRA MESMO.

    ResponderExcluir
  36. Renato,

    Você não leu o texto, meu filho... Charlito não é padre. É brincadeira. Ele é pastor de uma igreja episcopal.
    Leia garoto. Leia. é um hábito que vai te levar longe.
    Abraços,
    Danilo

    ResponderExcluir
  37. DANILO MUITO OBRIGADO PELA INFORMAÇÃO D Q O REV CHALITO OPS,REV CARLOS MOREIRA NÃO É PADRE.
    E CLARO PELA SUA SEMPRE SIMPATIA,JURO ,OPS VOU LER COM MAIS ATENÇÃO,SUAS BRINCADEIRA
    PS: SÓ NÃO SABIA O A P E L I D O DO REV
    ATÉ MAISSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.

    ResponderExcluir
  38. Ricardo Rodrigues:

    Outros comentários já responderam o seu, mas vou acrescentar.

    Mateus 23 condena justamente isso: roupas especiais que ostentam religiosidade para que as pessoas vejam e reconheçam pela aparência.

    Um cristão genuíno (incluindo um líder) não deve ostentar nada com sua roupa, nem sequer uma suposta "humildade". Deve se vestir de forma sóbria, equilibrada e comum, o que é um ÍNDÍCIO de espiritualidade que os outros podem perceber, mas não é decisivo.

    O que vai identificar mesmo o cristão autêntico é como o vento: invisível, mas perceptível pelos seus efeitos. Ou seja, as "roupas espirituais" da nova personalidade cristã e a "armadura espiritual".

    Se vemos um indivíduo e pelas suas ostensivas roupas especiais é evidente que ele se considera um cristão, também é evidente que ele não compreendeu Mateus 23, Mateus 15 e tantos outros textos.

    Não podemos julgar pessoas, mas podemos e devemos apresentar de forma respeitosa, porém clara, o que a Bíblia realmente ensina sobre certas atitudes e comportamentos.

    Colocar os princípios cristãos acima das tradições ou novos costumes não é preconceito, é cristianismo autêntico.

    Emerson Luís

    * * *

    ResponderExcluir
  39. Marcelo A.S

    Eu não digo que tem que usar, mas acho interessante. Eu uso em certas circunstâncias e não me acho melhor que ninguém. Por isso escrevi esse texto.

    ResponderExcluir
  40. RELIGIOSIDADE INÚTIL

    A PALAVRA RELIGIÃO É UMA BLASFEMIA

    VEM DA PALAVRA 'RELIGAR'

    QUEM NOS RELIGA AO PAI É JESUS!!

    ResponderExcluir
  41. Olá de novo!
    Postei uma pergunta acima e gostaria muito que alguém me respondesse.
    Obrigada!

    ...
    Olá!
    Muito interessante o texto, legal mesmo.
    Mas eu tenho uma dúvida e gostaria de que, se possível, alguém me esclarecesse.
    Em determinada parte do texto vocês citaram que sobre as imagens, Lutero as defendeu por seu valor como obra de arte.
    Realmente elas tem sua beleza, mas como ficamos quanto ao 2º mandamento (se não me engano) que fala " não farás para ti imagem de escultura..." ??
    Podemos ou não fazer/manter esses objetos do ponto de vista artístico??
    Por favor, me esclareçam.
    Muito obrigada!
    Um abraço,
    Mírian

    ResponderExcluir
  42. Parabéns colega Francisco, muito esclarecedor a matéria. Eu sou pastor metodista e na ministraçao da santa ceia, e quando vou aos hospitais fazer visitas aos infermos faço uso do colarinho clerical.

    ResponderExcluir
  43. Sou católico e lendo os comentários percebo o tanto que vcs discordam um do outro.Não vejo um ponto de concordância entres os protestantes aqui.
    Há uma semente de dvisão muito grande entre vcs.

    Se nós católicos que seguimos somente o que o Magistério da Igreja ensina já temos nossos pontos de discordãncias(fruto muitas vezes da desobediência ao Magistério), imagina os protestantes que acreditam apenas no que acham certos?

    Isso choca um pouco.

    ResponderExcluir
  44. Anônimo:
    Se na Igreja Católica também há seus pontos de discordância, porque vem falar dos evangélicos então?

    Discordamos mais porque talvez não tenhamos sido proibidos de pensar durante séculos.

    Pensar é perigoso mesmo.
    E às vezes choca a gente!

    Pense bastante mesmo, e compare sempre o que lhe é dito com as Escrituras. Você vai se chocar ainda mais!
    Um abraço pra você!

    ResponderExcluir
  45. SOU UMA PESSOA BEM HUMORADA E EDUCADA NÃO VOU RESPONDER A QUEM NÃO ENTENDE O QUE LÊ. APENAS AO IRMÃO QUE DIZ QUE BASTA O CRISTAO GENUÍNO USAR ROUPAS SIMPLES !.??, SÓBRIAS !?? DE FORMA EQUILIBRADA!?.? COMO SINAL DE ESPIRITUALIDADE ?.?? CARACA MEU!!! QUE PROFUNDIDADE DE RACIOCÍNIO! NADA SUBJETIVO.
    ENTAO SEGUINDO A SUA LINHA DE RACIOCÍNIO AQUI VÃO ALGUNS CRISTÃOS GENUÍNOS; CHICO XAVIER,GANDHI SÓ PRÁ CITAR OS MAIS CONHECIDOS.
    CONHEÇO HOMENS DE DEUS QUE USAM HÁBITOS E VESTES CLERICAS QUE SÃO ESPIRITUAIS E HUMILDES E OUTROS QUE SE VESTEM DE FORMA SIMPLES SEGUNDO OS PADRÕES ATUAIS E SÃO ARROGANTES E SOBERBOS. PORTANTO O HABITO NÃO FAZ O MONGE. É APENAS UM SÍMBOLO DA INSTITUIÇÃO QUE REPRESENTA.
    EU NÃO GOSTARIA QUE UM JUIZ JULGASSE A MINHA CAUSA VESTIDO DE CARMEM MIRANDA.RISOS...NAO ENTENDEU?...
    Meu nome é REV RICARDO RODRIGUES.

    ResponderExcluir
  46. Seria muito legal se todos os pastores vestissem a roupa do colarinho branco ou a da toga. Seria bom que identificaríamos logo os ministros. Com o padre Charlitos ficamos sempre bem informados. Abs desta anônima.

    ResponderExcluir
  47. Correção: Pr Francisco, foi muito bom o post.

    ResponderExcluir
  48. A humildade ou espiritualidade propalada por alguns em seus artigos não tem nada haver com o tipo de roupa que se usa. A pessoa pode usar a roupa clerical e ser humilde e espiritual, como também pode não ser. Assim como quem se traja de maneira "normal" ser e não ser.
    Usar um traje, seja ele de que tipo for, não aumenta e nem diminui a fé, ninguém "perde" ou "ganha" a salvação por isso. O orgulho ou sentimento de superioridade ou diferenciação para com o outro não está no traje, mas sim nas atitudes. Isto serve para quem usa o traje crerical, quanto para quem usa termo e gravata, ou mesmo jens. Jesus não usou nenhum traje especial porque considerava errado, não. E se tivesse usado não acrescentaria nada à sua espiritualidade. Encerro dizendo que sou pastor e uso a toga, a camisa clerical e a estola, não me sinto dirente dos outros e nem os outros me vêem como alguém diferente, e tenho boa aceitação por parte das pessoas de dentro e de fora da igreja.
    Revº Leobran Lima

    ResponderExcluir
  49. Ricardo Rodrigues, QUEM TE FALOU QUE O CHICO XAVIER E O MAHATMA GANDHI ERAM CRISTÃOS??? O Chico era espírita kardecista e cria na reencarnação e nas demais doutrinas espíritas, ESPECIALMENTE A QUE DIZ QUE JESUS FOI UM ESPÍRITO QUE DESENCARNOU E REENCARNOU DIVERSAS VEZES, ATÉ TORNAR-SE ESPÍRITO DE LUZ PERFEITA!!! Quanto ao "Mahatma", ele dizia respeitar Jesus (QUE PARA OS RELIGIOSOS HINDUS FOI APENAS UM PROFETA ILUMINADO!!!), mas não o tinha como salvador e muito menos como Deus. Só pelo fato de terem sido pessoas distintas e de comportamento digno (o que era verdade), isso não os torna cristãos de modo algum!!! Para isso teriam de passar pelo novo nascimento e pela regeneração em Cristo Jesus; conseqüentemente, teriam que abandonar suas crenças e adotar as doutrinas bíblicas.

    ResponderExcluir
  50. Prefiro vestes que me fazem lembrar um líder religioso do que um terno que me faz lembrar um homem de negócios. Se bem que para a realidade da maioria das "igrejas"de hoje, a segunda opcão é mais sincera.rs

    ResponderExcluir
  51. BOA TARDE: AMADOS ACHEI INTERESSANTE A IDEIA DAS ROUPAS LITURGICAS, INCLUSIVE A IDEIA DE PREGAR DE TOGA NÃO ME É DE TODO ESTRANHA, POIS JÁ USEI QUANDO ADVOGADO. MAS NUM CONGRESSO COM CERTEZA TRARÁ POMPA E CIRCUNSTÂNCIA E UM QUE DE CREDIBILIDADE, SÓ RECEIO DO POVO ESCANDALIZAR, POIS NA IGREJA ONDE CONGREGO ASSEMBLEIA DE DEUS O MODELO DE VESTES PARA PASTRO É TERNO E GRAVATA, GOSTARIA DE INDICAÇÃO DE ONDE ADQUIRIR E SABER SE A IGREJA NÃO REPROVA.
    UM ABRAÇO
    PR CLAUDIO ACCONCI
    12 97258223
    prclaudio-acconci@bol.com.br
    Obs: tenho usado comumente o 1/2 fraque sem aquele prolongamento atras,calça preta, camisa branca com abotoaduras, gravata plastron, sapato preto verniz e cinto preto que é barato e fica elegante; pois aqueles ternos brilhantes acho muito chamativo,mas gosti da ideia do colarinho.

    ResponderExcluir
  52. Numa época sem referenciais, é de suma importância o resgate da simbologia cristã histórica. O que é uma igreja hoje em dia? Uma garagem cheia de cadeiras brancas, nada mais. A informalidade é agradável, mas apresenta seus limites. Sou pastor da ASSEMBLÉIA DE DEUS (filiado à CGADB), utilizo o colarinho clerical e cruz, sem problema algum!
    Rev. Wander Fernandes.

    ResponderExcluir
  53. Realmente é triste constatar a desinformação do povo que se reivindica cristão/evangélico em nosso país, em sua maioria por má ou nenhuma formação e informação de seus próprios líderes.

    Meus parabéns aos editores deste site/blog por realmente informar as pessoas que desejam estarem livres das trevas da ignorância e fundamentalismos estúpidos que só serve para embrutecer e tornar cada vez mais ignorante o povo "sofrido" chamado "cristão" ou "evangélico" aqui do Brasil.

    ResponderExcluir
  54. Gostei Rev..Fui Presbiteriano Hoje Sou Pastor na Episcopal em Recife ..Parabéns

    ResponderExcluir
  55. Estou lendo um livro "cristianismo pagao" tem muito a ver com o assunto nao somente pelas vestes como também outros costumes da igreja de Cristã atualmente. Recomendo aos irmaos lerem e esclarecedor e chocante. Em Cristo todos somos sacerdocio santo e nacao eleita. Paz e graça a todos irmãos em Cristo Jesus. Alias pode também ser baixado na internet. Fica a dica vocês verão onde muita coisa teve origem.na maioria em costumes pagaos.

    ResponderExcluir
  56. Estou lendo um livro "cristianismo pagao" tem muito a ver com o assunto nao somente pelas vestes como também outros costumes da igreja de Cristã atualmente. Recomendo aos irmaos lerem e esclarecedor e chocante. Em Cristo todos somos sacerdocio santo e nacao eleita. Paz e graça a todos irmãos em Cristo Jesus. Alias pode também ser baixado na internet. Fica a dica vocês verão onde muita coisa teve origem.na maioria em costumes pagaos.

    ResponderExcluir
  57. Estou lendo um livro "cristianismo pagao" tem muito a ver com o assunto nao somente pelas vestes como também outros costumes da igreja de Cristã atualmente. Recomendo aos irmaos lerem e esclarecedor e chocante. Em Cristo todos somos sacerdocio santo e nacao eleita. Paz e graça a todos irmãos em Cristo Jesus. Alias pode também ser baixado na internet. Fica a dica vocês verão onde muita coisa teve origem.na maioria em costumes pagaos.

    ResponderExcluir
  58. Post esclarecedor do pr Francisco. As indumentárias apresentadas no post são lindas. Se fosse ministro, gostaria de usá-las.
    Gostaria de dar uma sugestão para o pr Carlos Moreira: que tal colocar vídeos de suas pregações no youtube? Gostaria muitíssimo.

    ResponderExcluir
  59. Parabéns, Pastor Francisco, Parabéns Genizah! Mas o Pastor Francisco mexeu em um vespeiro, o vespeiro dos evangélicos sectaristas que acham que tudo tem que estar na Bíblia para ser legal ou ter valor. Já vi neopentecostal odiar a democracia, porque, para ele, é governo do demo (satanás) e não do demos (povo, em grego) porque a Bíblia cita monarquias e não democracia!!!

    ResponderExcluir
  60. A Igreja Cristã de Nova Vida no Recreio, liderada pelo Bispo Primaz Walter McAlister é uma das poucas igrejas que conheço que valoriza os símbolos litúrgicos. Embora seja uma igreja nova, pois sua origem está ligada à Igreja Pentecostal de Nova Vida (fundada pelo Bispo Robert McAlister, pai do Walter), procurou resgatar algumas tradições e símbolos. Para sermos protestantes-reformados- calvinistas não precisamos seguir o velho conceito de quem em uma igreja protestante bastam "as quatro paredes caiadas e o púlpito". Símbolos, quando corretamente aplicados, podem ajudar a sinalizar o caminho da fé. Um exemplo é a cruz. Trata-se de apenas um símbolo, mas que remete e lembra o palco maior da obra da redenção realizada pelo Senhor Jesus Cristo. Na igreja em que pastoreio, há uma grande cruz de madeira no centro do espaço reservado ao púlpito. Ao entrar no templo da Igreja Congregacional de Niterói, o visitante, de imediato, é lembrado, pelo símbolo maior da fé cristã, que ali, há dois mil anos, naquele instrumento "de vergonha e dor", Alguém que muito o ama, morreu e se entregou para conceder a vida eterna.

    ResponderExcluir
  61. De novo esta baboseira!!!!
    Aloisio

    ResponderExcluir
  62. OK, OK... "tradição", "história"... Defender-se acusando os contrários de "preconceituosos"...
    Sem novidades quanto a esses argumentos, pelo menos nos últimos 2 mil anos...
    Mas não entendo o uso de vestes diferenciadas como algo justificável. Quem é o pastor? O mais humilde ou o mais elevado? Quem é o ocupante do púlpito? O mais sábio ou o o que mais sabe que não sabe nada?
    Desde quando o mundo cristão deve usar a simbologia acadêmica secular, tão impregnada de vaidade intelectual?
    Há algum registro de que o Senhor usava roupas diferenciadas? Por que então Judas precisou apontá-Lo ? Seria o Senhor um péssimo exemplo de como deve portar-se um Pastor de Suas ovelhas?
    Acho que o servo do Senhor deve ser um igual, não um elevado no púlpito.
    Sem vestes que, apesar de uma suposta ambição de servidão, remetam à uma igualmente suposta elevação espiritual exemplar.
    Vestes são diferenciais necessários para a institucionalização e hierarquização da Igreja.
    Nada parecida com a Igreja e com o exemplo do Senhor Jesus.

    (R. de Fabri)

    ResponderExcluir
  63. Excelente artigo, muito esclarecedor. Concordo plenamente com os argumentos de que a igreja evangélica, principalmente a brasileira, é preconceituosa e idólatra de Israel. A ignorância tanto da cultura como um todo e também da própria Bíblia a conduz a isto. Também dou um admirador do Pr. Carlos Moreira, o qual me chama bastante a atenção tanto pelo que diz, como pelo como o diz e não pela maneira que se veste. Entretanto da mesma forma que o autor utilizou argumentos históricos do protestantismo para justificar o uso de vestes clericais eu creio que possamos argumentar contra elas se voltarmos um pouco mais atrás na História, na chamada Era Apostólica. Eu não tenho provas arqueológicas para apresentar de que nem Jesus nem os seus discípulos vedaram aos epíscopos da Igreja usar tais vestes, mas da mesma forma não se pode provar que este ensinamento seja cristão primitivo e sim bem posterior como o próprio autor argumentou, que se trata de uma orientação da era dos reformadores. Assim, penso que para justificarmos uma tradição deveríamos fazê-la de acordo com a Escritura Sagrada, e se tratando de cristianismo e não judaísmo, de acordo com o novo testamento. Se este se cala, eu não tenho autoridade para estabelecer qualquer outro acréscimo a prática dentro da Igreja. Voltando ainda aos argumentos históricos, o uso de vestes clericais na Igreja cristã é também fruto de sua ligação, ainda que tênue, com o judaísmo pois estava ligada ao ministério sacerdotal. Todos os significantes são figuras, alegorias das realidades espirituais. Creio firmemente que, neste sentido, não deveríamos ser representativos, cênicos, cerimoniais, e sim simples como Jesus e seus discípulos. Creio que deveríamos sim evitar todas as representações das realidades espirituais com exceção da ceia e do batismo, pois estes são ordenanças claras do Senhor e dos apóstolos. Mas tudo isto é logicamente superfície, não significa que os irmãos, líderes da Igreja que fazem uso de tais vestes sejam menos cristãos que os demais ministros, ao contrário, tem muita gente de paletó que não é digna do púlpito, e muitos desses irmãos que usam as vestes clericais são indubitavelmente homens chamados por Deus para o ministério da palavra e do aconselhamento pastoral. São apenas de interpretação diferente da minha aqui exposta, mas que não significa em absoluto que não sejam obreiros aprovados pelo Senhor. Quem sou eu para julgar os servos alheios? Longe de mim! Um abraço fraterno a todos esses irmãos que vestidos como o lírio dos campos espalham o bom perfume de Cristo!

    ResponderExcluir
  64. O velho clero avocando glória para si... Nada de novo.

    (os comentários estão bloqueados?)

    ResponderExcluir
  65. Levando em conta a vestimenta básica dos pastores brasileiros, eu pergunto: cadê a base bíblica para o uso de ternos a gravatas??? Não se ofendam, é apenas uma pergunta que nunca me foi respondida a contento!

    ResponderExcluir

ATENÇÃO: Comente usando a sua conta Google ou use a outra aba e comente com o perfil do Facebook

emo-but-icon

Página inicial item